

Meu nome: Alessandra Aquiles
Onde Moro: Na cidade Maravilhosa
Amo: Minha Família
Adoro: Deus
Não gosto: Falsidade

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Enfim chegou o final de semana!!!
Confesso que estou um caco, essa semana ralei mto no trabalho, além de estudar igual uma tarada para as provas. Em compensação hojé é sexta e o fds está apenas começando. Hehehe
Aproveito para desejar a todos um lindo e abençoado fds. Bjsssss
Agora estamos em contagem regressiva para o filme Eclipse.

Hoje assisti o filme Lua Nova, a saga do Crepúsculo. Quem não viu, não sabe o que está perdendo, o filme é simplesmente sensacional.

New Moon Movie and Twilight Movie

Existem expressões que usamos em nosso dia a dia e no popular todo mundo erra, tais como:
'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro.'
O correto é: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro'
'Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.'
O correto é: ' Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.'
'Cor de burro quando foge.'
O correto é: 'Corro de burro quando foge!'
'Quem tem boca vai a Roma.'
O correto é:'Quem tem boca vaia Roma.' (isso mesmo, do verbo vaiar).
'Cuspido e escarrado' (Quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.)
O correto é: 'Esculpido em Carrara.' (Carrara é um tipo de mármore)
'Quem não tem cão, caça com gato.'
O correto é: 'Quem não tem cão, caça como gato... ou seja, sozinho!'
Vai dizer que você falava corretamente algum desses?

Finalmente terminei de ler o livro Crepúsculo e confesso que estou louca para começar ler Lua Nova. Eu que a princípio não dei nada pelo livro, por se tratar de uma história de vampiro, acabei completamente envolvida pela trama dos personagens. A história do livro é muito envolvente e você não consegue parar de ler. Embora quase não tivesse tempo, consegui lê-lo em uma semana.

Como já havia lido o livro, também não resisti em assisti o filme. O filme é Baseado no livro "Twilight", primeiro volume da série de livros escrita por Stephenie Meyer, "Crepúsculo" conta a história de Bella (Kristen Stewart), apaixonada pelo vampiro Edward (Robert Thomas Pattinson), que não bebe sangue humano. Apesar do que sentem um pelo outro, Bella e Edward tentam se afastar, para que ele não ceda ao desejo de beber o sangue dela. Ele precisa defendê-la quando um grupo de vampiros inimigos chega à cidade procurando por Bella.




Elenco do filme:
Kristen Stewart - Isabella Swan
Robert Pattinson - Edward Cullen
Taylor Lautner - Jacob Black
Elizabeth Reaser - Esme Cullen
Peter Facinelli - Carlisle Cullen
Ashley Greene - Alice Cullen
Kellan Lutz -Emmett Cullen
Nikki Reed - Rosalie Hale
Jackson Rathbone - Jasper Hale
Billy Burke - Charlie Swan
Sarah Clarke - Renee Dwyer
Cam Gigandet - James
Edi Gathegi - Laurent
Rachelle Lefévre - Victoria

Acabou o sofrimento, torcedor vascaíno. A vitória hoje por 2 a 1 sobre o Juventude, no Maracanã, confirmou o retorno antecipado do time de São Januário à Primeira Divisão do futebol brasileiro.
Mais de 80 mil pessoas estiveram presentes ao estádio, quebrando o recorde da Série B em todos os tempos. Após a partida, os jogadores vibraram bastante no gramado e mostraram para a torcida duas faixas: "O sentimento nos trouxe de volta" e "Obrigado pelo amor infinito". No fim, houve até volta olímpica com o capitão Carlos Alberto carregando um enorme número 1 simbolizando a volta para a Primeira Divisão.

Carlos Alberto e Adriano, autores dos gols.

Acho a vida meio imprevisível, quando pensamos que ao escolher um caminho iremos trilhar a passos seguros que nos leve a crer que felicidade possa existir ou que ela esteja guardada num cofre a espera de uma chave para liberta-la e mostrar que tudo pode ser diferente, nos deparamos com a existência de um cofre, mas não que contenha a tão sonha felicidade, mas que em seu conteúdo abrigue a existência de um vazio, de um erro, de mais uma derrota. Ao olharmos para trás vemos o quanto caminhamos, como foi árduo os passos e a batalha que tivemos de enfrentar afim de continuar no caminho que imaginássemos ser certo. Quantos obstáculos tivemos que vencer para continuar galgar novos horizontes, na esperança de transformar sonhos em realidades e no fim nos deparamos com um sentimento avassalador que nos consome, quem sabe uma impotência diante do fracasso?
Ah, se pudéssemos voltar no tempo e mudar as escolhas! Ah se tivéssemos a caneta do livro da vida, talvez a história teria sido escrita diferente, talvez não haveria enganos, decepções e tristezas. Talvez enfrentaríamos momentos que tivéssemos duvidas, medo, incertezas e arriscaríamos mais, sem pensar nas conseqüência desses riscos. No entanto, agarramos a esperança de crer que nada é por acaso, tudo tem um porque de ser e existir, mesmo que ainda não tenhamos todas as respostas, mas um dia Deus dará a direção, colocará em nossas mãos a bússola do destino, na qual irá nos orientar um novo caminho a seguir.


Beyoncé Giselle Knowles, nascida em Houston em 4 Setembro de 1981 é uma cantora, dançarina, compositora, arranjadora vocal, produtora e atriz. Desde de pequena cantando, Beyoncé chegou a fama no final dos anos 90 como vocolista do grupo feminino de R&B, Destiny's Child, que vendeu mais de 50 milhões de discos no mundo inteiro e mais de 75 milhoes de discos, singles e outros produtos lançados em sua carreira solo.

Estava eu assistindo tv numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada o que fazer, pois no outro dia será segunda-feira, quando minha esposa deitou ao meu lado e ficou brincando com minhas "partes".
Após alguns minutos ela veio com a seguinte idéia: Por que não depilamos seus ovinhos, assim eu poderia fazer "outras coisas" com eles.
Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça. Por alguns segundos fiquei imaginando o que seriam "outras coisas". Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu imaginando as "outras coisas" não tive mais como negar. Concordei.
Ela me pediu que ficasse pelado enquanto buscaria os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei olhando para TV, porêm minha mente estava vagando pelas novas sensações que só acordei quando escutei o beep do microondas.
Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei meio estranho aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de "dona da situação" que deixaria qualquer medico urologista sentindo-se como um residente.
Fiquei tranqüilo e autorizei o restante do processo.
Pediu para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e liberasse o acesso a zona do agrião. Pegou meus ovinhos como quem pega duas bolinhas de porcelana e começou a passar cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa!!
O Sr. ***** já estava todo "pimpão" como quem diz: "sou o próximo da fila"!! Pelo inicio, fiquei imaginando quais seriam as "outras coisas" que viriam. Apos estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou ambos no plástico com tanto cuidado que eu achei que iria leva-los para viajem.
Fiquei imaginando onde ela teria aprendido essa técnica de prazer, na Thailandia, na China ou pela Internet mesmo. Porém, alguns segundos depois ela esticou o saquinho para um lado e deu um PUXÃO repentino.Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro PUUUUTA QUEEEE O PARIUUUUUUU quase falado letra por letra.
Olhei para o plástico para ver se o couro do meu saco não tinha ficado grudado. Ela disse que ainda restaram alguns pelinhos, e que precisava passar de novo. Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar ali para a eternidade!! Segurei o Dr.
Esquerdo e o Dr. Direito em minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazônica em extinção, e fui para o banheiro. Sentia o coração bater nos ovos.
Abri o chuveiro e foi a primeira vez que eu molho o saco antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo. Sai do banho, mas nesses momentos de dor qualquer homem vira um bebezinho novo: faz ***** atrás de *****. Peguei meu gel após barba com camomila "que acalma a pele", enchi as mãos e passei nos ovos. Foi como se tivesse passado molho de pimenta. Sentei no bide na posição de "lava xereca" e deixei o chuveirinho acalmar os Drs, peguei a toalha de rosto e fiquei
abanando os ovos como quem abana um boxeador no 10° round.
Olhei para meu *****. Ele tão alegrinho minutos atrás, estava tão pequeno que mais parecia irmão gêmeo de meu umbigo.
Nesse momento minha esposa bate na porta do banheiro e perguntou se eu estava passando bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual uma gralha . Saí do banheiro e voltei para o quarto. Ela estava argumentado que os pentelhos tinham saido pelas raizes, que demorariam voltar a nascer.
"Pela espessura da pele do meu saco, aqui não nasce nem penugem, meus ovos vão ficar que nem os das codornas ", respondi.
Ela pediu para olhar como estavam. Eu falei para olhar com meio metro de distância e sem tocar em nada e se ficar rindo vai entrar na PORRADA!!
Vesti a camiseta e fui dormir (somente de camiseta). Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana.
No outro dia pela manhã fui me arrumar para ir trabalhar. Os ovos estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros.
Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca antes visitados.
Tentei colocar a cueca, mas nada feito. Procurei alguma cueca de veludo e nada. Vesti a calça mais folgada que achei no armário e fui trabalhar sem cueca mesmo.
Entrei na minha sessão andando igual um cowboy ******. Falei bom dia para todos, mas sem olhar nos olhos. E passei o dia inteiro trabalhando em pé com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.
Resultado, certas coisas devem ser feitas somente pelas mulheres. NÃo adianta tentar misturar os universos masculino e feminino.

- “Tenta sim. Vai ficar lindo.”
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- “Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- “Vai depilar o quê?”
- “Virilha.”
- “Normal ou cavada?”
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- “Cavada mesmo.”
- “Amanhã, às… deixa eu ver…13h?”
- “Ok. Marcado.”
Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique.
Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.
Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso
cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- “Querida, pode deitar.”
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus , era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- “Quer bem cavada?”
- “…é … é, isso.”
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- “Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- “Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- “Pode abrir as pernas.”
- “Assim?”
- “Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.”
- “Arreganhada, né?”
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- “Tudo ótimo. E você?”
Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.
O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- “Quer que tire dos lábios?”
- “Não, eu quero só virilha, bigode não.”
- “Não, querida, os lábios dela aqui ó.”
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia.
Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- “Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.”
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- “Olha, tá ficando linda essa depilação.”
- “Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.”
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. - “Me leva daqui, Deus, me teletransporte”. - Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- “Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?”
- “Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.”
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da puta arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- “Vamos ficar de lado agora?”
- “Hein?”
- “Deitar de lado pra fazer a parte cavada.”
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- “Segura sua bunda aqui?”
- “Hein?”
- “Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.”
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê… Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- “Tudo bem, Pê?”
- “Sim… sonhei de novo com o fiofó de uma cliente.”
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu twin peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cús por dia. Aliás, isso até aliviava minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- “Vira agora do outro lado.”
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A bruaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?
Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- “Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.”
- “Máquina de quê?!”
- “Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.”
- “Dói?”
- “Dói nada.”
- “Tá, passa essa merda…”
- “Baixa a calcinha, por favor.”
Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha!!!…como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cú. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
” - Prontinha. Posso
passar um talco?”
- “Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.”
- “Tá linda! Pode namorar muito agora.”
Namorar…namorar… eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso . Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
(Texto de autoria desconhecida)

Você foi chegando de mansinho, entrando devagarinho, me envolvendo com seu carinho, tocando o meu coração...
Ao ouvir sua voz estremeci...
Sua presença me abalou, e definitivamente minha alma gritou...
É amor!!! É amor!!!
No primeiro toque quis fugir...
no segundo toque, não resisti, e me perdi...
Quando percebi, já estava me entregando, me envolvendo e te amando...
No primeiro beijo, enlouqueci, e a seu lado adormeci...
Acordei em seus braços, e senti o fogo do seu amor...
Toquei seu corpo, deslizei minhas mãos fiquei marcada...
O sol entrando pela janela, indicava a hora deste amor deixar...
O mar cantava ao barulho das ondas uma canção de despedida, sofrida, lágrimas caídas...
Seu cheiro...seu gosto voltou comigo.
Restou um amor intenso, imenso, para ser poesia e virar história...
Da história reviver na memória, e na poesia minha inspiração para escrever os sentimentos de meu coração.
Você, lembrança de todo dia...
Você, saudade de toda hora...